Outras regras, como não legislar em causa própria, não traficar influência e não favorecer empreiteiras, passam despercebidas ao STF.
Mas deixemos isso pra lá. Por ora, a intenção do blog é fazer uma revelação. Separado de seu querido chapéu, Mão Branca saiu em busca de um herdeiro que pudesse ostentá-lo. O cabra teria que ser valente, direito e catingueiro.
E a procura - quem diria! - terminou em Itabuna. Olha aí o Cláudio Rodrigues, da Formandus, exibindo o velho chapéu de couro barrado no baile do Congresso.

Esse teria cadeira cativa no bando de Virgulino...
cabra da peste! e ainda é bom no churrasco, no copo e nos causos. autêntico sertanejo brabo.
ResponderExcluirchurrasco de bode, corrija-se.
ResponderExcluir