16 setembro 2007

O sociólogo se embola com o TCM

Vice-presidente do diretório municipal do DEM, o sociólogo Flávio Simões, terá que se explicar ao Tribunal da Contas dos Municípios (TCM). Um mar sem fim de irregularidades foram anotadas na Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC) na gestão de Flávio.

As contas da fundação, relativas ao exercício de 2006, foram rejeitadas pelo Tribunal. Simões é aquele que pedia (e obtinha) ajudas de custo à prefeitura para quitar supostas passagens aéreas para tratamento de saúde de filha e esposa, apesar de contar com um bom salário na conta todo final de mês.

Deus castiga tanta gula...

5 comentários:

  1. Se o saudoso vereador e advogado Raimundo Oliveira Lima soubesse que o seu ex-colega de vereança se filiou ao Dem (sucessor da Arena, PDS e pefelê...) não seguraria a afiada língua, a pedir coerência ao professor de Sociologia e não sociólogo. Sem contar a mordacidade do riso, no canto da boca...e uma certa alegria pela mudança ideológico do combativo "ex-comunista" de quem, por certo, guardaria boas estórias.

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  2. Finalmente!...
    Finalmente algo aconteceu naquela FICC.
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  3. isso para não dizer q o referido "professor" custeava as passagens do neto para competir jiu jitsu por aí, né...

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  4. E agora Flávio, a casa caiu! Depois de tanta perseguição a pessoas que descobriram suas falcatruas e armações, manipulações de resultados de festivais entre outras coisas, o que será que você fará sem o poder?
    começe a rezar, se é que você acredita em outro Deus além do único que você venera, ou seja você mesmo.

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  5. Eu gostaria de saber se o Ministério Público procurou saber onde está o dinheiro do prêmio do terceiro lugar da categoria dança do Festival multiarte? porque lá só foi entregue o primeiro e segundo lugares respectivamente.
    "Tem algo de podre no reino da Dinamarca"

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Aos comentaristas, recomendamos:

- escrever nos limites das boas maneiras, sem 'pesar' a mão;

- ater-se ao assunto da nota;

- Não ofender a honra alheia. Isso os políticos já o fazem muito bem.