26 março 2008

Apelando pra macumba

Deu no blog Negro Damião:

"Negro Damião andou sumido, andava meio adoentado. Graças a Deus já está recuperado.Rolou um boato ontem no centro de que Valderico foi a Nazaré das Farinhas procurar um pai de santo.Val quer se vingar dos vereadores, e procurou o pai de santo mais famoso de lá.

Segundo o boato, Val passou dez dias no terreiro, andando nú de um lado pro outro, pro feitiço dar certo.O pai de santo lhe pediu que urinasse e cagasse numa lata de manteiga.

Duas vacas, um boi, três bodes e vinte frangos foram sacrificados.Val esteve em Nazaré no início de fevereiro".

3 comentários:

  1. Ridícula e inútil a matéria, primeiro por que não andamos nus para que "trabalhos" dêem certo, depois, não é necessário fezes e urina para nenhum tipo de "trabalho" que conheço, e olha que conheço, depoisDuas vacas, um boi, três bodes e vinte frangos foram sacrificados é uma grande mentira, pois em qualquer OFERENDA quie é feita só se SACRALIZA ou SACRAMENTA em quantidade suficiente para a alimentação dos presentes, esse é o princípio de sustentabilidade dos Povos de Terreiro, palavra hoje tanto em moda entre os ambientalistas e pouco vivenciada por todos.

    Como se já não bastasse as igrejas neo pentecostais a nos perseguir, discriminar e descaraterizar e tentar ridicularizar, agora este blog, que acreditamos fosse para asuntos verdadeiramente sérios e sem preconceitos.

    Valério Bomfim
    Presidente Associação povos de Terreiro do Sul da Bahia.

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  2. Ridícula é essa reação destemperada e extremamente mau-humorada. Ainda bem que não estamos no Irã ou no Afeganistão e o Valério não é nenhum aiatolá, caso contrário seríamos colocados em sacos e apedrejados. Desconfio muito dessa gente que se leva tão a sério.

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  3. bobagem tudo isso.
    Valderico foi fazer noutra cidade, o que fez durante dois anos e meio na nossa: merda.
    Só que desta vez, com farinha. Nazaré das Farinhas.
    (ops. tenho medo que Newton Lima fique chateado comigo por que estou mexendo com um amigo dele).
    E merda quanto mais mexe...

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Aos comentaristas, recomendamos:

- escrever nos limites das boas maneiras, sem 'pesar' a mão;

- ater-se ao assunto da nota;

- Não ofender a honra alheia. Isso os políticos já o fazem muito bem.