Foi mal. Paulo Souto (PFL) chamou o Bolsa Família de assistencialista no domingo. Diante da má repercussão, o governador baiano, líder nas pesquisas, teve de passar a semana se explicando, numa série de entrevistas para exaltar o carro-chefe de Lula.
A afirmação do governador e candidato à reeleição, no último domingo 10, se deu na semana em que se revelou os números da fome na Bahia. Quase a metade da população (4,9 milhões de habitantes) quase nunca tem o que comer.
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