A ação da polícia durante a fuga do presídio Ariston Cardoso, na última terça-feira, terminou com a morte de dois "bandidos" inexpressivos, que foram solenemenente apresentados como integrantes do PCC. Todos os peixes grandes escaparam, entre eles Renato Garcia Martins, traficante paranaense.
Outro fato estranho: segundo o coordenador da polícia civil em Ilhéus, Jorge Luiz dos Santos, o soldado da PM Paulo Henrique de Almeida Barros, que colaborou com a fuga, já havia ficado do lado dos marginais em uma rebelião de presos em Porto Seguro.
Era justamente esse soldado de ficha "limpa" que estava de guarda no Ariston Cardoso e que ganharia R$ 35 mil e um carro para facilitar a debandada. Pode-se dizer que Almeida Barros era talhadíssimo para o posto que ocupava.
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