A peça de ficção do presidente da FICC
Com o julgamento das contas da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC), agora se descobre que o professor de sociologia e presidente da instituição, Flávio Simões, levou a sério esse negócio de ficção.
Segundo análise de conselheiros do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), Flávio Simões transformou a previsão orçamentária da FICC numa peça "fictícia". A prefeitura repassou pouco mais da metade do previsto na lei orçamentária à fundação.
Flávio Simões e dirigentes também são acusados de gastar mais de R$ 220 mil irregularmente. E Flávio acabou sendo punido com a rejeição das contas pelo TCM e uma multa suave, que deverá ser paga em dinheiro.
Professor Flávio, ele próprio uma peça fictícia, gastou R$ 212.600,00 como créditos adicionais suplementares, todos eles por anulação de dotações. A esperteza foi descoberta pelos inspetores do TCM, que identificaram que não havia decretos de abertura de suplementação por parte do Executivo (prefeitura).
Ou seja, a ficção é muito levada a sério pelo professor de sociologia.
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