04 maio 2007

Contra a privataria


Concessão, privatização ou doação? A dúvida persiste e a Prefeitura sua para entar explicar o inexplicável.

A matemática, na verdade, é bem simples: o município entrega a Emasa, algum forte grupo empresarial vai faturar e o povo pagará a conta.

Alguém duvida?

3 comentários:

  1. É importante esclarecer q o povo já paga a conta normalmente hoje, e irá continuar pagando, com ou sem concessão.
    Só q pagará para contar com um serviço de melhor qualidade e que será normatizado, fiscalizado e controlado por uma agência reguladora.
    Caso os acordos firmados no contrato entre a prefeitura e a empresa concessionária do serviço de saneamento básico não venham a ser atendidos, a prefeitura poderá, inclusive, reaver os serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário.
    As pessoas minimamente esclarecidas, antes de emitirem qualquer juízo de valor com relação ao assunto deveriam ler a Lei nº 11.445/2007, sancionada pelo próprio presidente Lula.
    A Lei é tão cristalina quanto água, e assegura à população, independentemente de a empresa pertencer à prefeitura ou ao Estado, o direito à universalidade dos serviços e a isenção do pagamento de tarifas, no caso dos consumidores comprovadamente de baixa renda, e que consumam até 10m³ por mês.
    Com relação ao lucro, é importante lembrar um frase do grande guru da Administração, Peter Drucker: "Lucro é o custo de se manter em atividade".

    Com relação aos nobres e valorosos vereadores comunistas, que tanto abominam o lucro, faço aqui um desafio: "Por que os senhores, que tanto destestam o capital, não doam os seus salários para as creches e entidades filantrópicas de Itabuna, que prestam relevantes serviços em Itabuna?"

    Perguntar não ofende...

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  2. Vc me convenceu, cara. Qero pagar a conta, nem que seja 50% mais cara.

    E vamos ter uma agência reguladora, controlada pelo prefeito...

    Ora, ora, Araci de Almeida!

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  3. Esse adevogado é um tolo. Ou deve ter miolo mole. Se o demo tivesse advogado, esse seria ACM...

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Aos comentaristas, recomendamos:

- escrever nos limites das boas maneiras, sem 'pesar' a mão;

- ater-se ao assunto da nota;

- Não ofender a honra alheia. Isso os políticos já o fazem muito bem.