A empresa que administra o presídio de Itabuna, a Yumatã, está sendo acusada pelo Ministério Público Estadual (MPE) de ter ligações com o grupo que superfaturava serviços prestados ao estado e integra a máfia liderada pela Construtora Gautama, de Zuleido Veras.
O elo entre a Yumatã e o grupo que ganhava licitações superfaturadas do estado é Afrânio Oliva Matos, segundo o Ministério Público. Ele foi sócio da empresa. A Yumatã ganhou contrato para administrar o presídio itabunense em 2006.
O conjunto penal somente passou a funcionar em dezembro do ano passado, inaugurado pelo ex-governador Paulo Souto. Além do presídio itabunense, a Yumatã também administra o de Valença.
Segundo dados divulgados em A Tarde, hoje, o G-8 recebeu do estado mais de R$ 808 milhões no período de 1997 a 2002.
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