19 janeiro 2007

Você lê primeiro aqui...

"A Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), a Fundação Roberto Marinho e a Fundação Educativa de Radiodifusão Futura (Canal Futura) firmaram acordo de cooperação para intercâmbio e difusão cultural.

A parceria tem como objetivo a troca de conhecimentos técnicos e conceituais de profissionais das duas fundações e de integrantes da comunidade acadêmica da Universidade, visando o desenvolvimento de programas em conjunto e elaboração de conteúdo.

Durante a vigência do acordo, que será de 24 meses, podendo ser prorrogado, as três organizações se comprometem em estabelecer uma metodologia de trabalho que proporcione o desenvolvimento de obras audiovisuais em parceria e a veiculação das mesmas no Canal Futura."

A notícia acima é velha para os leitores do Pimenta na Muqueca. O acordo foi antecipado por este blog no dia 30 de novembro, quase dois meses atrás. Para conferir, clique a q u i..

Demissões?

Comentário de leitor deste blog dá conta de possíveis demissões na TV Cabrália, algo como 20 pessoas.

Atribuem a obra ao "Dr. Enxuga".

Vamos apurar.

18 janeiro 2007

Uesc, a "fábrica de diplomas"

O resultado do OAB Recomenda motivou o publicitário Gérson Menezes a escrever um artigo. Ele toca em pontos sensíveis do ensino superior regional (e brasileiro!) e acredita que, da forma como está sendo conduzida, a Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) não passa de "fábrica de diplomas".

O artigo está postado logo abaixo.

Ótima leitura!

Que “baixe” o espírito universitário... !


Gérson Menezes
publixcriativo@hotmail.com

Certa vez, em tempos idos, em uma reunião no antigo auditório da ainda FESPI, quando eu era aluno do curso de direito, não concluído, quase fui lixado ao dizer: “tenho buscado até nos centros espíritas e nos terreiros de macumba, ver baixar o espírito universitário que falta a esta universidade”. Minha indignação, já àquela época, até se justificava, por ser os primeiros anos do Campus, congregando as faculdades de Itabuna e Ilhéus.

Mesmo estando afastado das salas de aula, nunca me afastei inteiramente dos destinos daquele que, sempre julguei, seria o núcleo principal do pensamento e, por conseqüência, do desenvolvimento regional. E assim fiz, quando na luta pela estadualização, já sendo publicitário, criamos, produzimos e doamos ao DCE, àquela época, presidido pelo hoje advogado Davi Pedreira, a campanha publicitária com o título “Não Deixe Esse Coração Parar de Bater”.

A Fespi, após a vitória da luta pela estadualização, se transformou na UESC – Universidade Estadual de Santa Cruz, nome que foi dado em alusão à “Terra de Santa Cruz” como chegou a serem chamadas as recém-descobertas terras do hoje Brasil (nome com o qual nunca concordei, porque até mesmo na historia nacional é pouco citado). Com a estadualização a UESC cresceu (ou teria inchado?). Mas, e, contudo, não se fomentou o surgimento do “espírito universitário”, aquele conceito estrutural que unifica os pensamentos e verdadeiramente dá alma ao corpo físico de uma universidade.

A UESC é ainda hoje, no meu inexpressivo entendimento - portanto com baixíssimo valor crítico, mas meu como cidadão grapiúna - apenas, uma “fábrica de diplomas” para um grupo de privilegiados (não por culpa direta deles) mantidos às custas dos impostos pagos por toda a comunidade regional. Sem nada, ou muito pouco, darem em troca a esta mesma comunidade. Falta inteiração. Falta compromisso. Faltam políticas coordenadas, que deveriam partir da própria universidade, que “acendesse as velas que dariam a luz” e “entoasse os cânticos que dariam voz” ao que conhecemos como – Espírito Universitário.

Nas comemorações festivas de colação de grau da primeira turma do curso de medicina, o Governador Jaques Wagner no seu discurso, indiretamente “invocou” este espírito, ao conclamar os novos médicos a atenderem fielmente o compromisso social que a profissão por eles escolhida imponha por força do juramento solene que acabavam de fazer.

Mas, e de que forma se dará esse compromisso se além das muitas matérias curriculares, dos estafantes estágios e plantões, não foi neles “inoculado o vírus” do compromisso da retribuição para com a comunidade que proporcionou a todos, as justas alegrias daquele momento.

Muitos, advindos de outras regiões do Estado e de muitos outros Estados da Federação, retornarão para de onde vieram e lá exercerão “profissionalmente” o novo mister. Da imponente torre administrativa que se ergue aos céus da nossa região e que abriga as ilustres e “doutas” cabeças iluminadas, há de se esperar que seja o primeiro lugar onde deverá “baixar o espírito de luz”, que se irradiará por todo o campus.

Gérson Menezes é publicitário

Cacofonia

Um leitor, de pseudônimo Pasquale, nos escreveu apontando erro cometido num texto, ontem. Vendo a coluna Painel, da Folha de São Paulo, hoje, foi impossível não lembrá-lo. A razão está no título da nota que segue.

"Pauta quente. Comunista como Aldo Rebelo (SP), Jandira Feghali (RJ) terá programa de entrevistas na Rede TV! quando deixar a Câmara. A convidada de estréia é Dilma Rousseff, que pediu a Aldo que desistisse da disputa."

Sentiu a 'temperatura' do título?

Colabore com o Bompreço...

... o Wal Mart agradece!

250 empresas concentram quase um terço das vendas mundiais de comercio. Wal Mart, é o golias da distribuição e concentra mais de 10% do total. A maioria das empresas pertence ao setor de alimentação.

Wal-Mart é líder destacado, com mais do triplo das vendas do Carrefour. Cerca de 58% das 250 empresas, e oito das dez primeiras, vendem comida. A liderança indiscutivel é do Wal-Mart, apesar de suas dificuldades na Alemanha e Coreia do Sul. São 312,4 bilhões de dólares, o triplo das vendas do Carrefour (U$92,78 bilhões). Home Depot mantém a medalha de bronze, con 81,5 bilhões. Os 10 primeiros grupos absorvem 29,4% do total de 3 trilhões de dólares das 250. (ex-blog César Maia)

Ó Pai, Ó

Caetano Veloso, Jauperi, Davi Moraes... Ouça o som que que 'ameaça' detonar neste carnaval. Clique a q u i para ouvir.

Ele pode...

AGÊNCIA GLOBO
São Paulo

O Instituto Fernando Henrique Cardoso (iFHC) recebeu doação de R$ 500 mil de uma empresa controlada pelo governo de São Paulo, comandado pelo PSDB/PFL desde 1995. A doação partiu da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e faz parte do projeto de digitalização do acervo do ex-presidente e sua mulher, Ruth Cardoso. O iFHC confirmou a informação divulgada ontem à tarde na internet pela “Terra Magazine”. Segundo o instituto, a doação é legal e se enquadra na Lei Rouanet.

O deputado estadual petista Mário Reali estuda a possibilidade de acionar a Justiça contra a doação. “O iFHC não é uma ONG apartidária, tem ações políticas. Receber doação de uma estatal no governo tucano é um absurdo”, disse o deputado. Criado em 2003, após os dois mandatos de Fernando Henrique na Presidência da República, o iFHC fica em um charmoso prédio no centro antigo de São Paulo onde já funcionou o Automóvel Clube.

Quando ainda ocupava a presidência, o tucano reuniu empresários influentes como Emílio Odebrecht (CBPO), Lázaro Brandão (Bradesco) e Olavo Setúbal (Itaú) para anunciar a idéia de criar um instituto à moda dos ex-presidentes americanos. Com isso, angariou R$ 10 milhões.

Protesto de torcedor do Itabuna é reprimido

O Itabuna começou a perder o jogo na arquibancada. A torcida quase não teve tempo de ver o primeiro gol marcado pelo Vitória, ainda no primeiro tempo. O público de 7.900 pagantes se mobilizou para defender um comerciário, torcedor azulino, que foi ao estádio e exibiu uma faixa protestando sobre a lentidão das obras de reforma.

Funcionários da Secretaria de Esporte da Prefeitura de Itabuna tomaram a faixa do comerciário e somente devolveram após conhecer a fúria dos torcedores - que deram total razão ao protesto solitário e se indignaram com o estado de quase abandono do Itabunão. A faixa do comerciário perguntava onde foi parar toda a verba de R$ 550 mil liberada pelo governo federal para a obra de reforma do Luiz Viana Filho.

Itabuna é o laterninha do Baianão 07

O Itabuna é o 'lanterninha' do campeonato baiano de futebol após a conclusão da segunda rodada. O time perdeu as duas partidas que disputou e está em 12º lugar na competição. Nesta noite, o time jogou contra o Vitória, no Itabunão, e perdeu pelo placar de 2x0, gols de Índio e Joãozinho. O azulino vai enfrentar o Atlético de Alagoinhas, no próximo domingo.

Outro que está numa situação que inspira cuidados é o Colo Colo. Apesar de estar invicto, empatou as duas partidas disputadas até agora (2x2 contra o Ipitanga e 1x1 contra o Atlético). A equipe caiu duas posições na tabela e está em 9º lugar. Se não superar o Vitória, no domingo, no Mário Pessoa, ficará em situação ainda mais difícil. O jogo contra o rubro-negro será às 16h.


Resultados da rodada

Atlético 1X1 Colo Colo
Itabuna 0X2 Vitória
Poções 1X0 Juazeiro
Bahia 2X0 Camaçari
Fluminense 3X0 Catuense
Ipitanga 0X0 Vitória da Conquista

17 janeiro 2007

Crime do Vaqueiro: Delegado dá entrevista bomba!

A edição de amanhã do jornal Agora trará uma entrevista-bomba do delegado regional Nélis Araújo. Ele fala, como nunca antes, sobre todo o desenrolar do crime do vaqueiro e aponta que os amigos e o cunhado de Markson Oliveira, o Marcos Gomes, foram imprescindíveis para a polícia esclarecer o caso e decidir pelo pedido de indiciamento do filho do prefeito Fernando Gomes. Marcos é suspeito de surrar, manter em cárcere privado, executar e ocultar o cadáver do vaqueiro Alexsandro Honorato. Abaixo, trechos da reportagem.

Nelis Araújo crê em prisão de Marcos Gomes

Além das testemunhas ouvidas em Floresta Azul, amigos de Marcos Gomes o apontaram como responsável pelos quatro crimes

O delegado-coordenador da 6ª Coorpin, Nelis Araújo, afirmou ontem que acredita que o empresário Markson Oliveira, conhecido popularmente por Marcos Gomes, deverá ser preso preventivamente nos próximos dias. Gomes foi indiciado pelos crimes de lesões corporais, cárcere privado, homicídio qualificado e ocultação de cadáver, juntamente com Ilmar Marinho.

"Ele nem gemia mais"

O testemunho de empresários e pessoas da comunidade itabunense, ligados por laços de amizade e afinidades - como a criação de cavalos de raça ou o fato de trabalharem na Prefeitura de Itabuna -, que estavam na vaquejada da fazenda Redenção, no dia do crime, foi decisivo para o avanço das investigações.

"Ouvimos essas pessoas e elas foram além do que diziam as testemunhas de Floresta Azul e Santa Cruz da vitória, falaram da tortura e do cárcere privado, que até então não havia sido citado com tamanha fidelidade", contou o delegado.

Nélis prossegue, lembrando que essas testemunhas disseram ter visto Honorato (foto) amarrado, apanhando com uma taca, das usadas para bater em animal. "Essas testemunhas disseram que ele nem gemia mais. Possivelmente - foi o que imaginaram - estivesse até morto", lembra

O cabresto

O detalhe complicador, após esses testemunhos, diz o delegado, é que um funcionário da fazenda reconheceu um cabresto encontrado ao lado do corpo do vaqueiro como sendo um objeto da fazenda Redenção. "Note que agora, além dos testemunhos, os elementos colocam Marcos Gomes na cena do crime", observa o delegado.

Cunhado deu conselho mas não foi ouvido

Além dos amigos que testemunharam, o delegado se valeu de informações também de Marcos Araújo, que fez outras declarações reafirmando a participação de Marcos Gomes, seu cunhado, no episódio do espancamento do vaqueiro. "Entre outras coisas, ele disse que sugeriu a Marcos Gomes que soltasse o rapaz e chamasse a Polícia, que não fizesse aquilo".

"Marcos Gomes teria dito a ele: pode ir embora, que vou soltar, e vou chamar a Polícia. Então, num primeiro momento alcançamos Marcos Gomes nos crimes de lesões corporais e cárcere privado. E essa declaração de Marcos Araújo é um complicador muito grande, porque nos mostra que a possibilidade de chamar a Polícia de Floresta Azul existiu, mas que isso de fato não se concretizou".

Silêncio

A partir dessas declarações, o delegado disse que iniciou uma segunda fase nas investigações. E sugiram afirmações, dadas por testemunhas que não podem ser identificadas, dando conta de que Marcos Gomes, de fato, surrou, encarcerou, botou no carro e levou para executar.

"Existem hoje nos autos, elementos de convicção para declarar Marcos Gomes responsável pelos quatro delitos. Ele foi ouvido, não conseguiu se eximir, se calou, nada disse em sua defesa. A gente sabe que esse silêncio nada importa em prejuízo para ele no processo, mas no inquérito resulta no indiciamento dele, porque quem tem que primeiro se defender é o próprio acusado. E ele não conseguiu apresentar um álibi ou uma testemunha para declarar que ele não estava lá, na cena do crime", lembra o delegado.

“Eu assanhei a cobra”

Nelis Araújo lembra que, segundo essa testemunha, Marcos Gomes teve a chance de não ir adiante, quando teria sido alertada - pelo próprio declarante - que não fizesse aquilo. "Segundo essa testemunha disse, na presença de seus advogados, que também subscreveram o depoimento, Marcos Gomes teria dito: Eu assanhei a cobra, agora vou terminar de matar essa desgraça. Isso já foi no local onde o corpo foi encontrado.

Minha declaração é que, pelo que eu tenho em mãos, Marcos deverá ser preso. Acredito que em breve a Polícia Civil estará prendendo Marcos Gomes. Acredito na culpabilidade dele. Espero o pronunciamento do Ministério Público e da Justiça, mas, pela barbaridade do crime e pelo que tenho nos autos, acredito que em breve ele deverá ser preso", conclui o delegado Nélis Araújo.

Outro indiciado

"Além de Marcos Gomes, o delegado-coordenador indiciou o funcionário da Prefeitura de Itabuna Ilmar Marinho, conhecido como Mazinho. Este trabalha na Saúde, ligado ao Cerest. "Este mentiu. Existem diversos elementos de contradição em suas declarações. Testemunhas apontaram ele como a pessoa que auxiliou Marcos Gomes em todo o processo de tortura, cárcere privado, execução e ocultação do cadáver do vaqueiro.

Ele fez tudo com Marcos Gomes e ajudou a conduzir o corpo para desova na picape Saveiro que está apreendida na delegacia. Esse carro está sob investigação, e existe informações não confirmadas de que é locado pela Prefeitura de Itabuna e ficava na fazenda Redenção."

Para conferir a reportagem na íntegra, clique a q u i.

Sobre o Pimenta

Alguém já disse que é preferível falar a coisa certa do jeito errado do que falar a coisa errada do jeito certo. Este blog não é dono da verdade, mas tenta fazer um jornalismo diferente do que se vê por aí. Não defende interesses de poderosos e trabalha com a intenção de informar, de maneira inteligente e isenta.

O Pimenta na Muqueca é feito por jornalistas que, obviamente, entendem as dificuldades enfrentadas pelos jornais. Se as grandes publicações sofrem para se manter, as do interior passam perrengue muito maior. É difícil não cair na tentação do dinheiro público e garantir a sobrevivência à custa das chamadas "tetas da viúva".

É claro que isso leva a um jornalismo de qualidade duvidosa, mas aceite-se que seja o possível, pelo menos em termos de veículos mais estruturados, de manutenção mais cara. Existem funcionários, papel, tinta, máquinas, impostos, uma série de custos. Quem pode fazer imprensa independente, tendo contas para pagar no fim do mês?

Resposta: O BLOG. Ele é gratuito, fácil de fazer e não depende de Seo Ninguém, apenas de boa vontade e uma certa inconformação com tudo o que se faz por aí, sob a alcunha de jornalismo. Aqui, o objetivo, como escrevemos no início, é produzir informação de qualidade, com independência. E isso nós podemos fazer com a maior tranqüilidade, pois nossa folha de pagamento é enxutíssima.

No entanto, apesar dos propósitos nobres, incomodamos muita gente. Quando o assunto é Pimenta na Muqueca, alguns implicam com tudo. O blog é petista, é mal-feito, é tendencioso etc. Até com o pseudônimo Toscko a galera sacaneia.

Com relação ao pseudônimo, vale ressaltar que ele se deve ao fato de que o Blog é feito por muitas mãos. Para não colocar o nome de todo mundo, criou-se esse nome fictício. Que seja ridículo, como disparam nossos opositores mau-humorados, mas o bom do blog é poder ser tudo, até ridículo. Não vendemos em banca, só acessa quem quer. E, graças a Deus, podemos comemorar um grande número de visitações e muitos elogios ao trabalho.

Eis o nosso salário. É virtual, não garante a feira, mas é bom e nos dá a ótima sensação de estar sendo útil.

Para não esquecer, quanto ao pseudônimo, o Toscko está em boa companhia. Ao lado, por exemplo, do sambista Julinho de Adelaide, que compôs grandes canções durante o regime militar. Julinho era na verdade o compositor Chico Buarque, que usava o nome falso para enganar os fardados.

A quem disser que vivemos hoje tempos de liberdade, em que cada um pode dizer o que quer, sem correr o risco de sofrer retaliações, perder emprego e o escambau, rebatemos com nossa firme e inabalável dúvida: Cuma?!

Mais um

O ex-assessor da Prefeitura de Itabuna, Markson Monteiro, faz mais uma vítima. Esta indireta.

É que o radialista Jarles Soares foi destituído do seu microfone na Rádio Gabriela. A partir de hoje, ele não mais apresenta o Informe 102,9.

Segundo informações obtidas pelo Blog, a ordem para a demissão partiu diretamente do prefeito de Itabuna, Fernando Gomes. Ele estaria irritado com as notícias divulgadas no programa, a respeito do crime de que foi vítima o vaqueiro Alexandro Honorato.

O reitor ficou mudo

O magnífico reitor da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), Joaquim Bastos precisa sair da ostra. Até agora ninguém sabe, ninguém ouviu qual a opinião do reitor sobre os resultados do exame OAB Recomenda.

Lembramos: O selo foi criado pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para avaliar os cursos de Direito em todo o País. Tida entre as melhores do país há bem pouco tempo, a faculdade de direito da Uesc ficou de fora, não teve direito a receber o "selo de qualidade". Juntou-se a outras 44 faculdades baianas, igualmente reprovadas. Apenas duas receberam o Recomenda (Direito da UFBA e da Universidade de Salvador).

Então, reitor, cala-se por que acha o resultado justo?

Pior do que uma instituição que, de fato, não se insere na comunidade, é aquela que emudece diante de avaliações ou críticas, não dá respostas!