A Veja tá de brincadeira!
A revista Veja deste final de semana traz o presidenciável Geraldo Alckmin na capa. Trata o candidato tucano como "fenômeno" das urnas. Este blog discorda! Enxerga na matéria apenas uma propaganda subliminar de "Chuchu". Se ele chegou ao segundo turno, foi exclusivamente por obra e graça do adversário. No caso, os "aloprados" amigos do atual presidente, Luís Inácio Lula da Silva, que apareceram com o mal-ajambrado Dossiê Tabajara. O contrário fosse, estaríamos aqui discutindo o sexo dos anjos, a "concertação" do Brasil e o segundo mandato de Lula. Resumindo: a fatura estaria liqüidada. Quer apontar fenônemo? Por que não mostra Aécio Neves, o homem que abocanou 77,3% dos votos na eleição a governador mineiro?
A propósito: "fenômeno" é o título dado na edição on-line da Revista (www.veja.com.br).
Um comentário:
A Veja tb já chamou Roseana Sarney de fenômeno e deu o maior azar. Agora, "propaganda subliminar" é bondade demais. Eles escancararam mesmo.
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